Ações contra enchentes no Jardim Romano, Itaim Paulista
quinta-feira, 3 de novembro de 2011Nesta terça-feira (1º), o prefeito de São Paulo foi ao Jardim Romano, no guia do bairro Itaim Paulista, Zona Leste da cidade, para vistoriar as ações de zeladoria no pôlder e dique da região para prevenir os impactos das chuvas na região.
“No ano passado, esta região teve uma performance que superou o desempenho do ano anterior. Neste ano, teremos resultados ainda melhores para atender à população sempre da melhor maneira possível. Importante dizer que as ações ocorrem em toda cidade, de forma que esteja preparada para as chuvas. Estamos com frentes de manutenção, limpeza e desassoreamento, com equipe preparadas”, afirmou o prefeito.
Em operação desde o início deste ano, o pôlder construído na rua Capachos beneficia uma população de 3 mil a 5 mil famílias. Com capacidade para 15 mil m³ de armazenamento e com cinco bombas de drenagem com vazão de 800 litros por segundo cada, a obra auxilia a contenção da água nos períodos de chuva. O projeto é uma parceria entre o Governo do Estado e a Prefeitura.
“Este é o pôlder com a maior capacidade da cidade, que já mostrou eficiência mesmo com a intensidade de chuvas que tivemos no último verão nesta região”, destacou o secretário municipal de Coordenação das Subprefeituras.
Dique do Jardim Romano
A Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (Siurb) realizou as obras do pôlder, dique e canal de escoamento do Jardim Romano para proteger a área contra o transbordamento do Rio Tietê e, desta forma, evitar alagamentos. O dique de 1.600 metros começa na rua Catulé com avenida das Pontes, seguindo em paralelo ao córrego Três Pontes e ao Rio Tietê pela rua Canacatagê e rua Francisco Cubas Ferreira, até cerca de 60 metros após o cruzamento com a rua Raimundo de Noronha. As águas são conduzidas por canaletas até reservatório.
O reservatório de acumulação tem duas opções de bombeamento das águas: a primeira, quando o nível do reservatório estiver acima do nível do Rio Tietê, as águas serão escoadas através de uma válvula aberta. Na segunda opção, quando o nível do Rio Tietê estiver acima do nível do reservatório, a válvula será fechada e o escoamento se dará por meio de bombas de recalque.
Fonte: Prefeitura de S. Paulo
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